PINE4:

o banco que dobrou o lucro e ainda negocia abaixo dos pares

Um banco com carteira de crédito crescente, inadimplência controlada e ROE de 37,9% — negociando a menos de 6x lucro, abaixo de bancos estatais. O mercado ainda não precificou o Banco Pine e essa janela não costuma durar.

Fundado em 1997 com foco em crédito corporativo, o Pine passou por dificuldades entre 2013 e 2017. A virada veio com a diversificação: entrada no consignado público em 2022 e no consignado privado em 2025. Hoje, a carteira de crédito mais que dobrou desde 2023.

O que é o Banco Pine e o que mudou nos últimos anos?

Muito. Em pouco mais de um ano, o Pine já tem carteira de R$ 5 bilhões no consignado privado — 6% do mercado total. A margem financeira mais que dobrou no 1T26 e o lucro cresceu 104%, chegando a R$ 150 milhões com ROE de 37,9%.

O consignado privado está impulsionando os resultados do Pine?

O consignado privado é mais rentável, mas também mais arriscado, porque vínculos no setor privado são menos estáveis. A inadimplência do varejo subiu de 1,3% para 2,9%. Há ainda risco de teto de juros pelo governo e baixa liquidez dos papéis, parcialmente mitigada por uma oferta recente de ações.

O que considerar antes de investir em PINE4?

Mesmo após subir mais de 100% em 12 meses, PINE4 negocia a menos de 6 vezes o lucro, abaixo de bancos digitais, privados e estatais. Esse desconto ainda não reflete a qualidade do negócio.

PINE4 ainda está barata?

Expandindo em três frentes: consignado privado, onde já tem 6% do mercado e ainda há muito espaço; consignado público com novos produtos e cartões; e atacado com foco em grandes produtores do agronegócio, crescendo de forma oportunística.

Como o Banco Pine pretende crescer nos próximos anos?

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Sim. O mercado ainda não precificou totalmente o crescimento do PINE4. Agora, o desafio é sustentar esse ritmo.

Banco Pine (PINE4) vale a pena?